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Eu estou orgulhoso dos meus textos

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 Olá pessoas, como vocês estão? Durante essa semana eu resolvi acessar o blog e ler alguma das coisas que eu tinha escrito e posso dizer que fiquei contente com os meus posts e ter essa sensação de orgulho é muito gratificante. Photo by Brett Jordan on Unsplash Comecei a reler meus textos, inclusive os mais antigos e comecei a sentir um prazer em perceber que eu estava gostando de ler o que está escrito, o humor mixado com um sarcasmo me satisfaz, era como seu eu estivesse sendo 100% eu naqueles textos e portanto me senti orgulhoso de ver o trabalho que fiz até aqui.  Talvez não ter um público que interaja comigo me faz questionar a validade do que está escrito, no entanto ao me colocar como leitor do meu próprio blog me trouxe a gratificação de sentir à vontade de simplesmente ler tudo, é aquelas sensação de que saber que se eu fosse apenas um leitor deste blog, eu acharia tão incrível a ponto de querer ler todos os novos posts. Eu mencionei isso (sobre meu orgulho) com o meu amigo e

Não sou mais quem eu era até ontem

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Olá pessoas, como vocês estão? Quando se escreve sobre seus sentimentos em um diário, em um blog ou qualquer outro local, é natural que com o passar do tempo aqueles pensamentos fiquem datados naquele papel e que a pessoa que se encontrava naqueles versos não esteja mais presente, afinal, nós evoluímos. Photo by Lesly Juarez on Unsplash Ultimamente eu resolvi passar para o digital todas as coisas que eu escrevi no meu antigo diário, até porque suas páginas estão começando a amarelar e a tinta da caneta a perder um pouco da sua tonalidade, e como eu iniciei a escrita em 2018, achei que seria interessante dar uma relida e ver o que o Matheus daquela época tinha em mente, bem, algumas coisas me fizeram ficar um tanto chocado de como era um imaturo achando que sabia das coisas e com isso me veio fatídico pensamento de que ainda bem que melhoramos com o tempo. Ao ler foi perceptível que muitos dos problemas que eu enfrentava naquela época já não fazem mais sentido hoje e como a imaturidade

Heartstopper, a série LGBTQ+ que nós estávamos precisando

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 Olá pessoas, como vocês estão? No fim de semana passado eu descobri que havia uma série chamada Heartstopper que estava ganhando o seu reconhecimento na internet por ser muito bem leve e necessária, portanto aqui ficará a minha sincera análise sobre a mesma. Lembrando que essa série eu não vou necessariamente falar sobre a estórias em si, para isso você vai precisar assisti-la na Netflix. Pois bem, se você é um jovem como eu que muitas vezes busca filmes e séries com temáticas LGBTQ+ para assistir, com certeza já deve ter lidado com muitas obras em que sua grande maioria termina na desgraça, é gente não ficando junto, gente morrendo, gente apanhando, sendo expulso de casa, indo para casa do caralh*, e muitas outras coisas, pois bem, Heartstopper é totalmente o contrário, claro que há seus dramas, mas não é algo do tipo que cai no colo dos personagens e não se tem mais o que fazer, como um Elio que não pode ficar com um Oliver pois moram em países diferentes e em uma época em que o pre

A síndrome do impostor

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Olá pessoas, como vocês estão? Depois de assistir o vídeo da Louie Ponto, eu resolvi falar sobre a tal síndrome do impostor. Não sei muito bem o que falar e o que quero falar, portanto vou fazer tudo de forma free style e ver no que sai, então se prepara. Photo by Tengyart on Unsplash A síndrome do impostor geralmente é você fazer as coisas e se sentir um merda, praticamente achar que tudo o que você conquistou foi por sorte, ou porque ninguém percebeu o fracassado que você é, por isso você fica com pensamento autodestrutivos com medo de que alguém algum dia apareça e tire sua máscara revelando que você na verdade nada mais é do que um fracasso disfarçado de sucesso. Portanto nós que vivemos com essa questão em nossas cabeças ficamos muito mal, pois o medo não só de descobrirem que você é um impostor (que provavelmente não é) mas também de fracassar, de ir lá tentar, se dedicar ao máximo à aquela atividade para no fim descobrir que nada deu certo e que agora é necessário recomeçar a a

O meu problema com os Coach e livros de Autoajuda

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Olá pessoas, como vocês estão? Para um mundo que está cada vez mais conectado, a comparação se torna quase instantânea e a busca por sucesso cada vez mais acelerada e incessante. É todo mundo ao mesmo tempo tentando achar o seu lugar no mundo e buscando sempre ser o melhor do que o outro, é a procura de provar que a sua vida é a mais perfeita e de que você está vivendo do jeito certo. Mas muitos não chegam nesse momento, ou nem chegarão e caem na desilusão, portanto um grupinho de pessoas começou a perceber isso e se aproveitar para espalhar a sua palavra com intuito de conseguir alguma coisa. Photo by Brett Jordan on Unsplash Ok, Coach e Autoajuda são errados? Não, além de que você é adulto e sabe o que está consumindo, você faz da sua vida o que achar melhor. O problema que eu acho é que estamos entrando numa geração que está acostumada com velocidade e somente tem os olhos para o sucesso e não veem o caminho percorrido. Na verdade eu falo uma geração até dos Millenials, eles caíram

Relações são finitas

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Olá pessoas, como vocês estão? Depois de ter assistido o vídeo da Adele , eu tive a ideia e vontade de falar sobre como relações são finitas e como nós seres humanos (pelo menos no ocidente) não somos programados para lidar com o fim das coisas, portanto hoje vamos falar sobre a finitude das relações pessoais. Photo by Kelly Sikkema on Unsplash Para quem precisou passar por um término, principalmente por aquele que houve uma troca intensa de sentimentos, sabe o quão é difícil tentar seguir em frente após o fim, é um sentimento de que algo está faltando, fica a sensação de um vazio, de algo que foi desocupado e que faz falta. As lembranças dos momentos bons circundam a mente e por alguns segundos você fica feliz em pensar naquele momento, mas logo depois vem o martírio, em saber que aquilo acabou e que apenas resta as memórias. Alguns de nós se apega tanto nas lembranças, que ao receber uma notícia brusca que aquele momento acabou, nos abala, o comodismo se despede e diz que agora esta

Artista que produzem músicas tristes também são importantes

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Olá pessoas, como vocês estão? Esse dias eu estava assistindo um react da Billie Eilish, exclusivamente da música Everything I Wanted, e comecei a pensar muito sobre como artistas como ela ou até Twenty One Pilots são importantes na indústria da música para falar de coisas que outras pessoas jamais falariam. Photo by Gabriel on Unsplash Atualmente há muitas músicas tristes no mundo falando sobre vários temas, mas é importante como esses artistas em específico se entregam a essa narrativa da dor interna, da dor que não conseguimos ver. Eles não apenas fazem uma música sobre isso, mas dedicam álbuns sobre todos os sentimentos corrosivos que muitos de nós seres humanos sentimos e não só isso, eles conseguem tanto através da música em si, como no próprio clipe transbordar essa sensação que fica difícil de explicar o que é, toda vez que eu assistia algum trabalho deles, eu pensava: É isso, é exatamente isso que estou sentindo. Muitas pessoas estão se sentindo mal por várias questões, porém