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Mostrando postagens com o rótulo arquivopessoal

A crise dos 20

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Olá pessoas como vocês estão? A crise dos 20. Durante essa semana eu me deparei com este termo no Youtube, depois de pesquisar sobre algumas coisas em específico apareceu o vídeo da Nataly Neri fazendo um paralelo sobre os 20 anos e como a cultura pop não possui muitas representações sobre o jovem adulto do século 21.  Portanto se acomoda na cadeira, pois será sobre isso que vou tentar destrinchar um pouco nesse texto. Photo by Bogomil Mihaylov on Unsplash Quando eu era criança pensava como seria para mim quando ficasse mais velho, eu me imaginava com 20 poucos anos lidando com coisas que condiz com o ser adulto, estaria num emprego interessante, numa situação estável e entendido sobre quem eu sou. Corta para o Matheus de 20 anos e ele estava tão perdido quanto o meu eu criança. Me recordo muito de que nessa idade (e posso dizer que até hoje) eu não sei exatamente quem eu sou e o que quero da minha vida, apesar de recebermos o selo de "Você é um adulto agora", por muitas vez

A escola foi um inferno

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Olá pessoas, como vocês estão? Algum de vocês teve uma péssima experiência na escola? Especificamente no Ensino Médio? Se sim, você provavelmente vai entender do que irei relatar. Se não, vamos dizer que você é um privilegiado sim. Photo by Feliphe Schiarolli on Unsplash Eu mudei de cidade no momento em que eu estava para entrar no Ensino Médio, portanto por ser uma cidade maior e a escola ter o curso técnico integrado, a minha expectativa de que seria uma ótima experiência estava lá nas alturas, pois bem, pelo título você já entendeu que eu não poderia estar mais equivocado. Assim que eu entrei na escola, eu senti que algo estava errado, praticamente era a minha intuição informando que algo estava muito fora do normal naquele ambiente, que ele não parecia ser o que eu realmente esperava. O primeiro dia de aula era notável que havia muita mais aluno do que a escola conseguiria comportar, fora que as salas de aulas estavam todas destruídas, os quadros quebrados, a parede da sala em que

O Vício em pornografia (No Fap)

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Olá pessoas, como vocês estão? No ano passado eu escrevi um post sobre o No Fap e sinceramente é nítido ver que enquanto eu escrevia o meu veneno contaminava as teclas do meu teclado enquanto digitava as palavras tirando com a cara dos meninos que tentavam aderir o No Fap no mês de setembro. Foi muito sarcasmos envolvido para algo que eu não havia pesquisado de fato. A verdade mesmo é que eu só queria zoar com todos os jovens que estavam tentando se livrar de um malefício. Photo by Carlos Henrique on Unsplash O tempo passou e aos poucos fui compreendendo o outro lado desse movimento, ou a falta dele... Desculpa, as vezes eu não consigo me segurar no meu sarcasmo. Continuando... Para mim o No Fap nada mais era sobre esses coach ou gurus de relacionamento querendo dizer que se você não se masturbar, a sua concentração seria aguçada e você seria um homem muito melhor. Foi para esses caras que aquele meu texto foi destinado, pois bater a famosa punheta te alivia, te faz parar de pensar só

Eu estou orgulhoso dos meus textos

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 Olá pessoas, como vocês estão? Durante essa semana eu resolvi acessar o blog e ler alguma das coisas que eu tinha escrito e posso dizer que fiquei contente com os meus posts e ter essa sensação de orgulho é muito gratificante. Photo by Brett Jordan on Unsplash Comecei a reler meus textos, inclusive os mais antigos e comecei a sentir um prazer em perceber que eu estava gostando de ler o que está escrito, o humor mixado com um sarcasmo me satisfaz, era como seu eu estivesse sendo 100% eu naqueles textos e portanto me senti orgulhoso de ver o trabalho que fiz até aqui.  Talvez não ter um público que interaja comigo me faz questionar a validade do que está escrito, no entanto ao me colocar como leitor do meu próprio blog me trouxe a gratificação de sentir à vontade de simplesmente ler tudo, é aquelas sensação de que saber que se eu fosse apenas um leitor deste blog, eu acharia tão incrível a ponto de querer ler todos os novos posts. Eu mencionei isso (sobre meu orgulho) com o meu amigo e

Não sou mais quem eu era até ontem

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Olá pessoas, como vocês estão? Quando se escreve sobre seus sentimentos em um diário, em um blog ou qualquer outro local, é natural que com o passar do tempo aqueles pensamentos fiquem datados naquele papel e que a pessoa que se encontrava naqueles versos não esteja mais presente, afinal, nós evoluímos. Photo by Lesly Juarez on Unsplash Ultimamente eu resolvi passar para o digital todas as coisas que eu escrevi no meu antigo diário, até porque suas páginas estão começando a amarelar e a tinta da caneta a perder um pouco da sua tonalidade, e como eu iniciei a escrita em 2018, achei que seria interessante dar uma relida e ver o que o Matheus daquela época tinha em mente, bem, algumas coisas me fizeram ficar um tanto chocado de como era um imaturo achando que sabia das coisas e com isso me veio fatídico pensamento de que ainda bem que melhoramos com o tempo. Ao ler foi perceptível que muitos dos problemas que eu enfrentava naquela época já não fazem mais sentido hoje e como a imaturidade

A síndrome do impostor

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Olá pessoas, como vocês estão? Depois de assistir o vídeo da Louie Ponto, eu resolvi falar sobre a tal síndrome do impostor. Não sei muito bem o que falar e o que quero falar, portanto vou fazer tudo de forma free style e ver no que sai, então se prepara. Photo by Tengyart on Unsplash A síndrome do impostor geralmente é você fazer as coisas e se sentir um merda, praticamente achar que tudo o que você conquistou foi por sorte, ou porque ninguém percebeu o fracassado que você é, por isso você fica com pensamento autodestrutivos com medo de que alguém algum dia apareça e tire sua máscara revelando que você na verdade nada mais é do que um fracasso disfarçado de sucesso. Portanto nós que vivemos com essa questão em nossas cabeças ficamos muito mal, pois o medo não só de descobrirem que você é um impostor (que provavelmente não é) mas também de fracassar, de ir lá tentar, se dedicar ao máximo à aquela atividade para no fim descobrir que nada deu certo e que agora é necessário recomeçar a a

O meu problema com os Coach e livros de Autoajuda

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Olá pessoas, como vocês estão? Para um mundo que está cada vez mais conectado, a comparação se torna quase instantânea e a busca por sucesso cada vez mais acelerada e incessante. É todo mundo ao mesmo tempo tentando achar o seu lugar no mundo e buscando sempre ser o melhor do que o outro, é a procura de provar que a sua vida é a mais perfeita e de que você está vivendo do jeito certo. Mas muitos não chegam nesse momento, ou nem chegarão e caem na desilusão, portanto um grupinho de pessoas começou a perceber isso e se aproveitar para espalhar a sua palavra com intuito de conseguir alguma coisa. Photo by Brett Jordan on Unsplash Ok, Coach e Autoajuda são errados? Não, além de que você é adulto e sabe o que está consumindo, você faz da sua vida o que achar melhor. O problema que eu acho é que estamos entrando numa geração que está acostumada com velocidade e somente tem os olhos para o sucesso e não veem o caminho percorrido. Na verdade eu falo uma geração até dos Millenials, eles caíram

Relações são finitas

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Olá pessoas, como vocês estão? Depois de ter assistido o vídeo da Adele , eu tive a ideia e vontade de falar sobre como relações são finitas e como nós seres humanos (pelo menos no ocidente) não somos programados para lidar com o fim das coisas, portanto hoje vamos falar sobre a finitude das relações pessoais. Photo by Kelly Sikkema on Unsplash Para quem precisou passar por um término, principalmente por aquele que houve uma troca intensa de sentimentos, sabe o quão é difícil tentar seguir em frente após o fim, é um sentimento de que algo está faltando, fica a sensação de um vazio, de algo que foi desocupado e que faz falta. As lembranças dos momentos bons circundam a mente e por alguns segundos você fica feliz em pensar naquele momento, mas logo depois vem o martírio, em saber que aquilo acabou e que apenas resta as memórias. Alguns de nós se apega tanto nas lembranças, que ao receber uma notícia brusca que aquele momento acabou, nos abala, o comodismo se despede e diz que agora esta

Artista que produzem músicas tristes também são importantes

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Olá pessoas, como vocês estão? Esse dias eu estava assistindo um react da Billie Eilish, exclusivamente da música Everything I Wanted, e comecei a pensar muito sobre como artistas como ela ou até Twenty One Pilots são importantes na indústria da música para falar de coisas que outras pessoas jamais falariam. Photo by Gabriel on Unsplash Atualmente há muitas músicas tristes no mundo falando sobre vários temas, mas é importante como esses artistas em específico se entregam a essa narrativa da dor interna, da dor que não conseguimos ver. Eles não apenas fazem uma música sobre isso, mas dedicam álbuns sobre todos os sentimentos corrosivos que muitos de nós seres humanos sentimos e não só isso, eles conseguem tanto através da música em si, como no próprio clipe transbordar essa sensação que fica difícil de explicar o que é, toda vez que eu assistia algum trabalho deles, eu pensava: É isso, é exatamente isso que estou sentindo. Muitas pessoas estão se sentindo mal por várias questões, porém

Ter que lidar com a morte

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Olá pessoas, como vocês estão? Lidar com a morte é sempre muito complexo, não importa quantas pessoas você perdeu sempre terá aquela sensação de que algo pesado está entalado no peito, de que a vida é muito frágil e que precisa de apenas de um segundo para que a dona da foice chegue e carregue alguém que nós amamos. Photo by Ron Szalata on Unsplash A minha família já perdeu algumas pessoas e mesmo eu crescendo e passando por situações de morte, velórios e tudo mais, é sempre muito complexo lidar com o sentimento, pois precisar entender que aquele indivíduo não está mais entre nós é um sentimento pesado. Lidar com a realidade de que não ouvirei mais a sua voz, de que não vou ver o seu sorriso além de fotos, de que não terei sua opinião sobre algo que está acontecendo atualmente é muito difícil, afinal nada mais está lá, o que restou foi apenas uma lembrança. O que mais pesa é a saudade da companhia, de saber que a pessoa não estará mais lá para fazer algo no sábado a noite, que não est

Cansei de jogar vídeo game

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Olá pessoas, como vocês estão? Eu sempre fui um daqueles adolescentes que se deixassem, eu ficaria dias jogando vídeo game sem parar. Nossa, como eu adorava passar horas do meu dia dentro daquele mundo virtual vivendo várias estórias diferentes, podendo fazer o papel de vários personagens, de um Semideus Grego querendo acabar com o Olimpo, até o um piloto de racha que precisa vencer todos os seus rivais. Mas acontece que conforme a vida foi acontecendo, os anos foram passando, esse amor pelo mundo virtual foi se perdendo. Hoje em dia para mim o processo de ligar o vídeo game e jogar um jogo se tornou custoso, enquanto que para o Matheus criança uma hora de jogatina era muito pouco, para o Matheus adulto isso está mais do que suficiente. Photo by Igor Karimov on Unsplash No entanto, essa uma hora passou a ser trinta minutos, depois 15 até chegar o momento de eu simplesmente me perguntar se realmente vale a pena iniciar o jogo. Ás vezes bate até uma vontade repentina, mas ela dura um di

Amizade entre Homens

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Olá pessoas, como vocês estão? Depois de assistir o vídeo do Manual do Homem Moderno sobre amizade entre homens, comecei a pensar muito sobre isso e como nós homens apesar de estarmos rodeado de pessoas, muitas vezes estamos sozinho, porque o falar sobre sentimentos não é algo permitido no meio masculino e por isso nos perdemos dentro da solidão. Photo by Matheus Ferrero on Unsplash Eu sempre fui o tipo de pessoa que gostou de conversar sobre sentimentos e questões da vida, não sei por qual motivo, mas esse tipo de conversa me fascina por sua profundidade, por não ter aquele momento de banalidade, é um assunto sério que também pode ser (geralmente é) muito prazeroso. Em muitos momentos eu ficava me perguntando em que momento eu sentia que aquela pessoa poderia ser uma amiga e não apenas mais um colega, porque muitos de nós estamos cercados por colegas ou parcerias que não são amizades. Me dei conta que sempre conseguia considerar aquela pessoa como amiga quando eu percebia que ela est

Bem vindo ao grupo dos sem carisma

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Olá pessoas, como vocês estão? Recentemente eu estava ouvindo o Podcast da Camila Fremder chamado É Nóia Minha e um determinado momento ela relatou sobre o grupo dos Sem Carismas. Eu não havia compreendido exatamente o que era até ela começar a descrever, e após eu ouvir, eu fique exatamente com aquela sensação de: MEU DEUS, eu faço parte desse grupo e nem sabia. Photo by Filip Bunkens on Unsplash O grupo Sem Carisma é conjunto de pessoas que não se conhecem, mas se reconhecem ao trocar uma meia dúzia de palavras. A pessoa começa fazer a parte sem ao menos saber que está fazendo parte, na verdade ela apenas começa a perceber que a sua vaga está garantida quando ela houve outra pessoa semelhante a ela relatando como é fazer parte do mesmo. Mas Matheus, quem compõe esse grupo? O que as pessoas tem em comum? Vamos lá, a resposta para a sua primeira pergunta é muito simples, sabe quando você era uma criancinha melequenta que ia em alguma festinha de aniversário, ou festa da família, ou at

Rodoviárias

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Olá pessoas, como vocês estão? Por esses dias eu estava na rodoviária, havia comprado a minha passagem depois de enfrentar uma pequena fila de pessoas que estavam agitadas e impacientes. Sentei próximo a saída de embarque e fiquei cuidando o relógio enquanto ouvia um Twenty One Pilots e aguardava a chegada do ônibus para o embarque. Photo by 𝓴𝓘𝓡𝓚 𝕝𝔸𝕀 on Unsplash Quando chegou o momento do embarque, eu comecei a perceber algumas famílias se despedindo, e até dentro do ônibus muitos dando um tchau com aquele pesar da partida e essa sensação começou a me contagiar de alguma maneira, não lembro de quando foi que eu senti isso, mas algo dentro de mim começou a aflorar e me perguntei o que era aquilo que eu estava sentindo, sendo que não tinha ninguém na rodoviária comigo. Na verdade o que eu senti foi uma empatia muito grande com aquelas pessoas e suas despedidas, de ver os pais abraçando o filho e dizendo para se cuidar, para que ligasse assim que chegasse em casa. De um casal se d

O preconceito nos X-Men

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Olá pessoas, como vocês estão? Em algum momento da sua vida já teve aquele tipo de filosofia após assistir, ou lembrar de algum filmes em específico? Principalmente se for algo relacionado a cultura pop no geral? Hoje eu tive esse momento quando comecei a me lembrar das questões abordada no filme do X-men 3, por tratar sobre a questão dos mutantes sofrerem preconceito e a forma de eles poderem se "curar" do que é ter super poderes. Imagem retirada do  Ei Nerd - 24/02/2022 Para contextualizar de forma rasa, os mutantes do X-men são pessoas que nasceram com algum tipo de super poder, um tipo de dom que desperta por aqueles que possuem o Gene X, por eles terem tais poderes, ou por muitos sofrerem mutações que mudam totalmente a sua forma física dos humanos comuns como o professor Hank, ou Noturno por exemplo, acabam sofrendo um preconceito da sociedade por serem diferentes. Portanto neste filme é descoberto que há uma criança que possui o poder de acabar momentaneamente com o p

I created this world To feel some control

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Olá pessoas, como vocês estão? As pessoas que me conhecem de verdade, que no caso inclui apenas a minha família mesmo, sabem que o Twenty One Pilots está na minha vida faz um tempo e que eles não tem planos de sair. Depois de ouvir Bandito pela milésima vez, eu me peguei pensando muito nessa frase que criou uma certa relação com a minha pessoa, pois se você como eu precisa lidar com suas frustrações todo dia, que praticamente tem na sua agenda a tarefa chamada falhar hoje e sempre, sabe do que estou falando. A frustração vem e dá uma rasteira, eu caio sem entender nada, mas quando dou conta do que aconteceu, me levanto e começo a sentir um peso nas minhas costa ao perceber o quão descuidado eu sou. Além de claro outras situações em que eu começo a me dar conta que eu não sou um protagonista de algumas coisa além da minha própria vida, que eu não sou o mais inteligente, o mais ágil, o mais requisitado e por aí vai uma infinidade da lista que praticamente você conhece. Acontece que nós,

Estou pensando em nada

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Olá pessoas, como vocês estão? O pensar em nada não necessariamente quer dizer que entramos em transe e paramos de pensar, como um estado vegetativo, significa que estamos pensando (ás vezes até demais) e não queremos compartilhar aquele pensamento porque é algo íntimo e somente tem de interesse a nós. Photo by Markus Winkler on Unsplash Por muito tempo eu olhava uma pessoa que estava perdida em seus pensamentos e perguntava no que ela estava pensando e muitas vezes eu recebia um "nada", por isso eu ficava analisando como é que uma pessoa consegue ficar pensando em nada, isso não é possível. Mas na verdade era apenas a minha falta de experiência humana, porque a forma mais cordial de se fazer a pergunta é "Você quer compartilhar o que está pensando?" e se caso receber um não, tudo bem, porque é preciso estar ciente de que ao fazer esse tipo de questionamento, nós estamos entrando num território que não é mais nosso e sim da outra pessoa, no mais íntimo dela, cabend

A geração Z são todos mimados

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Olá pessoas, como vocês estão? Esses dias eu descobri que faço parte do que as pessoas chamam de geração Z, que é a geração que cresceu com a internet, porém é estranho o tanto de pessoas espumando de raiva para xingar a geração Z, é aquele momento que você olha e pensa: mano, cê tá bem? Muitos fazem piada de que não sabemos o que é um VHS, que inclusive eu tinha o do Tarzan e do Pokémon, porém a minha mãe jogou no lixo depois de algumas mudanças e só tenho a lamentar sobre isso. Eu gostava daquelas fitas, a propósito quem nunca alugou uma fita que vinha sem rebobinar?(que no meu caso eram todas). Era muito triste pegar a fita, colocar no  videocassete e aparecer os créditos do Harry Potter com aquela música triste tocando de fundo. Photo by Zyanya BMO on Unsplash Os nascidos em 95 e 96 pelo menos, tiveram acesso essa coisa que foi se esvaindo com o tempo, nós ainda tivemos que assoprar algumas fitas de Dynavision para poder jogar, ou passar um sufoco quando alguém passava na sala e e

Tik Tok e o Fahrenheit 451

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Olá pessoas, como vocês estão? Ultimamente ando pensando muito sobre como nós estamos condicionados pela internet a consumir coisas rasas, ou até óbvias como se tratasse de algo fenomenal. Claro que isso é baseado no meu achismo, mas se você acompanha esse blog, sabe que você está errado em me levar a sério, mas vamos lá. Photo by PH romao on Unsplash Hoje muitos conteúdos são construídos para que sejam consumidos da forma mais rápida possível, ok, talvez eu esteja sendo um pouco generalista em dizer isso, mas vamos combinar que com a chegada dos snaps, posteriormente stories, tik tok e shorts, parece que estamos criando uma comunidade que está fadada a sempre consumir coisas num menor tempo possível e sem muita profundidade, é como ler uma obra, mas na verdade não ler ela por completo, pensar e debater sobre, mas apenas pegar um resumo se auto sabotar pensando que realmente você entende sobre aquele assunto tanto quanto o autor ou especialista. Além de ser um conteúdo raso, pois quer

Entre minha querida e faça o seu barulho

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Olá pessoas, como vocês estão? Hoje eu vim falar um pouco dela, a minha querida música, a minha melhor amiga que sempre terá o seu espaço no meu coração, sempre está comigo nas horas boas e ruins, me dando forças para fazer qualquer coisa na minha vida, seja para estudar, trabalhar, superar um término, viajar, passear e qualquer outro momento, até no meu soninho ela já esteve. Photo by Eric Nopanen on Unsplash Eu sempre fui apaixonado por ouvir música, nunca toquei nenhum instrumento (mas está nos meus planos de tocar) e não sei ler nada que envolva isso, porém sou muito bom em curti-la. A música sempre esteve comigo desde de sempre, mas ela só começou realmente a fazer parte do meu dia a dia quando eu recebi da minha irmã o seu MP3 e foi um dos melhores presentes que eu ganhei na vida, aquele aparelho pequeno que aceitava pilha e tinha a marca da Dynacom, nossa eu amava ele e está conosco aqui em casa até hoje. Foi próximo aos meus 11 ou 12 anos (se não me falha a memória) e havia mu