Viva do seu jeito

 Olá pessoas, como vocês estão?

    Hoje eu estava pelo o Youtube assistindo vídeo aleatórios e no meio dos vídeos eu me deparei com inúmeros anúncios sobre como fazer o seu dinheiro render mais, como ter uma vida de sucesso, como conseguir um relacionamento estável, como aperfeiçoar o seu estudo e muitos outros com essa temática, muitos deles até tinha aquela apelação comercial do tipo: Pula esse vídeo se você quer ficar pobre, ou não pula esse vídeo para que eu te mostre como conseguir mais dinheiro.

Photo by Kristopher Roller on Unsplash

    Isso me faz pensar muito como estamos ao tempo todo sendo bombardeados de pessoas nos querendo dizer como devemos viver sem a nossa vontade própria, a todo momento a pessoa está se intrometendo dentro da minha casa sem ser convidada e achando ainda que pode me dizer como eu devo seguir com a minha a vida.


    Pois bem, passando o meu momento de stress com esse pessoal, eu comecei a refletir muito sobre como a minha geração e a posterior estão tendo esse problema de ter que lidar com toda essa angustiante bomba de informação acertando os olhos e mente a todo vapor sem ao menos pedir permissão, e portanto como estamos na era da ultraconectividade(existe essa palavra?) começamos a nos comparar muito com o vizinho e com isso sempre buscamos ser o próximo gênio que poderá descobrir, ou desenvolver um aplicativo que nos torne rico com 18 anos, ou até ser um próximo popstar na indústria da música.
    Com isso, os abutres do mundo que sempre existiram começam a nos rodear para vender um modo de chegar nos nossos sonhos de uma forma mais rápida, como um atalho que outras pessoas não vão ter acesso, pois alguns de nós estamos desesperados, afinal a nossa régua de medida do sucesso sempre nos diz que estamos atrasados e que já era para ter feito o que queríamos, ou que a sociedade de uma certa forma nos impõe. Portanto muitos de nós começamos a cair de uma forma ou de outra no discurso dessa pessoa que está tentando vender um curso, ou caímos no modo de dar dinheiro em busca de um sopro de esperança para resolver nossa vida em si, ou caímos no modo sentimental em se sentir um merda por ver que não possui as coisas que outras pessoas possuem, ou de não ter aprendido alguma habilidade em que seus amigos e colegas já desenvolveram a muitos anos atrás.
    Isso me choca e me entristece, pensar que muitos de nós desenvolvem até certas fobias ou transtornos que abala nossa autoestima e nos joga dentro de um sentimento de se sentir tão merda a ponto de não conseguir fazer nada, ou de não tentar por pensar que não será bom o suficiente.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Jogos de RPG das antigas

Parques de Diversões

Demolidor: O homem sem medo - HQ Marvel