Parques de Diversões

Olá pessoas, como vocês estão?

Hoje eu resolvi escrever sobre os parques de diversões, mas não parques como Disney, ou sei lá Beto Carreiro, mas aqueles parques que vem na cidade, fica algumas semanas e depois vai para outra cidade, sabe?

Então, essa ideia surgiu porque eu simplesmente tive que sair de casa para ir no mercado e no caminho eu passei por um desses parques e vi que estava um pouco vazio, até porque era num sábado a tarde, no fim de ano, ou seja, muitas pessoas na praia e poucas no parque.

Neste meio do caminho até o mercado eu pensei: Ok, irei escrever sobre estes parques!

Imagem retirada do Blog www.blogdoedyy.com.br - 09/01/2020
Os Parques na Minha Infância

Enquanto eu passava pelo parque montado, eu comecei a me recordar de quando eu era criança e achava incrível tudo isso, mas vou contextualizar para vocês compreenderem as minhas lembranças.

Eu antes de me mudar para cidade que estou hoje, eu morava em uma cidade bem pequena, com aproximadamente 5 mil habitantes, ou 6 mil, sei lá, não lembro agora... Então quando havia essas atrações na cidade como parque de diversão ou circo, era algo que chamava muito atenção das crianças e consequentemente dos pais.

Quando a equipe do parque de diversão chegava, nós crianças ficávamos na escola vendo as atrações que tinham e combinando quando íamos ir no parque para se encontrar, até porque o parque era montado no terreno próximo a minha escola. Então para nós, garotos do interior ir no parque era tipo ir no maior show da cidade, ou sei lá, como ir no Shopping assistir um filme e passear, entende?

Ao se encontrar no parque tudo era muito incrível para mim, eu ficava muito entusiasmado, porque primeiro que ir no parque aquela época era um pouco mais, vamos dizer assim, barato. Eu lembro que o ingresso não passava de 1 real, sério essa época existiu e eu participei dela... Apesar de que eu não sei se hoje o ingresso é mais caro que isso.

Enfim, eu sempre ia acompanhado da minha mãe e minhas irmãs, e lá eu encontrava meus amigos da escola e sério cara, como eu tenho saudade de me encontrar com os meus amigos para fazer algo que eu gostava, e não como hoje que é para ir em balada ficar bêbado, que praticamente é isso que as pessoas normais fazem, porém no meu caso eu fico em casa mesmo. (sad song tocando no fundo)

Ok, me desvirtuei um pouco, voltando para o assunto principal... Eu me encontrava com os meus amigos,  compravas os ingresso e ficávamos dando uma volta rápida no parque para ver os brinquedos disponíveis, eu lembro até que quando eu chegava a galera já tava a 1000 por hora dizendo: cara vamos nesse, depois nesse e mais nesse aqui também.

Sério gente, pensa num bando de crianças ligadas no 220, loucas com aquele monte de brinquedo ao seu redor e sabendo que ela poderia ir em qualquer um, pelo menos até durar os ingressos.

Imagem retirada do site http://www.buritem.com.br - 09/01/2020
Então nós geralmente tentávamos ir nos mais radicais, que era uns que fazia virar de cabeça para baixo, ou um que eles chamavam de samba, que praticamente consistia em ser um negócio redondo que a galera sentava, ele ficava um pouco na vertical rodando, pulando e tocando um hit do momento de fundo. Eu achava aquilo sem graça pra caramba, até que um dia eu fui e a minha sensação foi: Que negócio ruim, vou de novo!

Eu tive essa mesma sensação com o carrinho de choque, porque para ser sincero eu odeio ter que dirigir e eu senti isso desde daquela época, em que muitos amigos meus ficava fissurados pelo carrinho de choque eu era tipo: Ok, acho que vou sei lá, na roda gigante.
Até que um dia me forçaram ir e eu fui, gostei e fui mais vezes. Essa é a vida gente, as vezes você julga sem experimentar, aí você experimenta e pensa: MANO, porque eu não experimentei isso antes?

Me recordo que havia um que virava de cabeça para baixo, eu tinha muito medo daquilo, mas eu fui uma vez para ver como era, pois sinceramente eu não confiava tanto assim na segurança do parque, apesar de eu nunca ter ouvido de alguém ter se machucado.

Por fim, depois de andar em muitos brinquedos e eu sentir que o meu cérebro havia me abandonado, chegara a hora da comilança! Ok, não era comilança, porque a minha mãe não tinha muito dinheiro, mas eu sempre ficava entre comprar um crepe ou um algodão doce.

Geralmente o crepe ganhava por ser de chocolate. (cara na real, que saudade de comer um crepe).

Enfim, nesse post eu só queria trazer um pouco da nostalgia para vocês, futuros leitores desse blog.

Apenas quis relatar como eu vivi essa fase dos parques de diversões, era algo tão único para mim por ser um evento anual do negócio, afinal eu só podia ir uma vez e o parque apenas vinha na cidade uma vez no ano.

Sem contar também que nós no outro dia na escola, ficávamos conversando sobre as coisas que aconteciam e como era incrível aquela nossa visita ao parque. Saudades.

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